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Vestidos de capulana ou a roupa da moda 2016?


Os vestidos de capulana são a mais recente tendência da moda. O alcance das roupas de capulana já ultrapassou fronteiras e, hoje em dia, vemo-las desfilar nas mais importantes passerelles internacionais, promovendo além-fronteiras Moçambique e a roupa africana em geral.

São as cores vibrantes e os padrões polimórficos dos panos típicos de Moçambique que mais apelam à criatividade dos estilistas e aos sentidos de fashionistas em todo o mundo. A diversidade e expressividade deste tecido tornam-no especialmente vocacionado para a confeção de vestidos africanos, sejam vestidos de gala, vestidos de capulana para jovens ou simples panos amarrados que tão tipicamente compõem os trajes africanos de quotidiano.

Na verdade, não é só o vestido de capulana a fazer sucesso. As roupas com padrões estampados estão definitivamente na moda e a capulana de Moçambique encaixa perfeitamente nesta tendência. A imensa paleta policromática favorece as combinações com outras peças de roupa feminina e os imensos acessórios da moda feminina. Por exemplo, experimente combinar umas calças de capulana com uma blusa branca, complementando com uns óculos de sol cat eye, por exemplo, em conjunto com um colar e pulseiras de capulana e wow! É um look irresistível que espalha charme e estilo por onde quer que passe.



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São especial e originalmente as mulheres que vestem as capulanas, amarrando com arte ancestral o pano e cobrindo integralmente o corpo, ou fazendo do tecido uma saia de capulana, ou um lenço para cobrir a cabeça. O preço acessível por que é vendida pelos mercadores faz com que sejam as camponesas e as mamanas quem mais veste e usa as capulanas para transportar as crianças ou apenas para sentar ou expor produtos para vender. Hoje, porém, o tecido de capulana assume um papel de relevo na moda moçambicana. Os estilistas moçambicanos identificaram o inestimável valor cultural e criativo deste tecido africano e incluem-no regularmente nas suas coleções e desfiles de moda nacional e internacional.

A moda de capulana veio mesmo para ficar. É a roupa da moda e já não são apenas as mulheres que a vestem. A capula, como também é conhecida, já dá cor a peças de roupa masculina e vemo-la aplicada em calças, blusas, calções e camisas de capulana para homem. Por sua vez, nas cidades, as mulheres usam calças e blusas de capulana, deslumbram com vestidos de capulana desiguais, criam pulseiras e colares com o tecido, usam bolsas e carteiras estampadas com capulanas, usam lenços de capulana ao pescoço ou à cintura combinando com as sandálias, sabrinas ou qualquer outro tipo de sapatos femininos. A versatilidade deste pano africano dá aso a todo o género de explorações.

Hoje, a população inteira de Moçambique veste e compra capulanas e é mais que provável que o seu design característico venha rapidamente a conquistar o resto do mundo.



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A capulana, ou kapulana como escreveu o poeta Virgílio de Lemos, é um símbolo incontornável da mulher e cultura moçambicanas. Este pano rectangular de algodão, fibra sintética ou seda distingue-se pelas cores vibrantes, pelas formas antropomórficas estampadas e pelos padrões geométricos ou tipicamente africanos. As capulanas são usadas de norte a sul de Moçambique para vestir, mas estão presentes nos mais variados momentos da vida dos moçambicanos. Um autêntico tecido multiusos utilizado para embrulhar e limpar as crianças, como cortina para decorar a casa, como trouxa para transportar os pertences em longas viagens pela savana africana e até nos rituais fúnebres para cobrir o defunto, esta designada de ntehe. Noutros países africanos, as mulheres usam o mesmo pano rectangular estampado e colorido. Os panos africanos são, aliás, uma caraterística que se destaca por toda o continente africano. No Quénia, por exemplo, têm a "kanga", no Congo ou no Senegal chamam-lhe "pagne". Mas, ao contrário destes países, as capulanas de Moçambique nunca incluem legendas ou retratos estilizados de líderes políticos ou religiosos.



As origens da capulana


A proveniência da capulana está envolta em muitos enigmas e incertezas, a começar pela própria origem da palavra. Uma das explicações é a de que deriva de Ka Polana, lugar do régulo ou chefe de Polana, uma zona no sul do país atualmente integrada na cidade de Maputo. Parece no entanto pouco plausível que o nome tenha surgido no sul, quando se acredita que a capulana apareceu primeiro no norte de Moçambique. O que parece certo é o contributo dos mercadores indianos e portugueses no aparecimento da capulana em Moçambique, por volta da segunda metade do séc. XVIII. Algo que parece ter fundamento, tendo em conta as semelhanças entre as capulanas e o sari indiano ou o sarong indonésio. Há referências de que panos trazidos da Índia, como o bergantim, eram trocados por ouro, marfim e escravos. Outra das moedas de troca eram as missangas.



Roupa africana com a Moda em pano de fundo


Nos panos africanos reside muito da cultura africana. Quase todos os países de África têm o seu pano tradicional – a samacaca do Sul de Angola, as capulanas de Moçambique – e a esse pano dão-se as mais variadas utilizações. Vemo-lo à cabeça das mulheres como lenço, aos ombros das mulheres transportando crianças e bebés, vemo-lo transformado em vestidos de pano depois de ser amarrado ao corpo das mulheres com uma habilidade superior. As cores e os padrões nos tecidos estampados são o denominador comum a todos os tipos de pano africano. Todos eles, sem excepção, são peças multiusos fascinantes. Apesar da crescente e notória influência da moda internacional na forma de vestir e calçar dos diferentes povos africanos – e mais concretamente dos fashionistas moçambicanos – os panos têm uma história própria e, sobretudo, pessoal de quem os usa. Algo que transcende os hábitos típicos de utilização destes tecidos e que, por isso, perdura em convivência com as tendências trazidas pelas roupas da moda ocidental.

Em África, manda o desembaraço com que se solucionam as necessidades do quotidiano e os panos são muitas vezes parte da solução. Criam-se roupas africanas apenas com a sabedoria de dobrar o pano, passada de geração em geração. A partir do pano tradicional ganham forma, além dos vestidos, as saias africanas, túnicas de capulana, bolsas de pano, forros para sapatos femininos e tudo o mais que se possa imaginar, até sandálias de pano!



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Os vestidos de pano africano estão em toda a parte e não apenas em África. A energia das cores dos têxteis africanos contagiou definitivamente o mundo da moda e agora é frequente vermos desfilar pelas principais passerelles europeias vestidos africanos e todo o tipo de vestuário com inspiração africana. Esta febre direcionou os holofotes para a moda africana, destacando alguns estilistas africanos - como Nadir Tati ou Rose Palhares – no restrito leque de designers com projecção internacional. Até há bem pouco tempo, Moçambique parecia estar a perder o brio pelas roupas moçambicanas e era já raro ver-se os africanos vestidos com peças de roupa tradicional. A atenção global gerada pela moda de África veio contrariar esta tendência, transformando o look africano num dos visuais mais procurados em 2015.

Apesar de podermos falar da moda africana como uma estética exclusiva de África, há uma enorme diversidade de trajes africanos típicos de várias culturas, tribos e nações. Distinguem-se nas formas das peças, nos padrões e motivos estampados e nos restantes elementos que compõem toda a indumentária. As diferenças começam logo no tecido: capulana em Moçambique, samacaca em Angola, kanga no Quénia, pagna no Congo e Senegal, lappa na Nigéria. Alguns, como o pano wax, surgiram da influência colonialista e, não sendo tipicamente africanos, são tecidos extremamente populares em todo o continente e usados para confecionar todo o tipo de roupa africana.

Como acontece com as roupas tradicionais de qualquer país do mundo, a roupas típicas africanas são portadoras dos traços próprios da sua cultura de origem. Podemos dizer que os padrões policromáticos que encontramos na generalidade das roupas africanas são a expressão natural de uma energia comum a todo o continente. Já no caso das formas e peças que compõem cada traje, são as particularidades de cada cultura e das ocasiões a que cada traje se destina que geram a diversidade. Por exemplo, os vestidos de noiva africanos são em muitas regiões verdadeiramente singulares. Absorvem a importância que é dada ao casamento como ritual de união entre famílias e apresentam-se como trajes completos que vestem a noiva dos pés à cabeça. Os motivos étnicos são um traço comum e não existem restrições cromáticas. No geral, estes trajes para casamento destacam-se pelos turbantes ou lenços opulentos na cabeça das noivas e damas, pela vivacidade das cores dos vestidos, ou pelos enormes panos dobrados habilmente para cobrir a noiva de forma, ao mesmo tempo, complexa e natural. Em Angola, porém, os vestidos de noiva seguem as linhas mais habituais e a originalidade acaba por recair mais nos fatos dos noivos.



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